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POLÊMICA: Antonia Fontenelle debocha de morte de Batoré: 'Quem perdoa é Deus'; assista

Em uma sequência de vídeos publicados nos stories do Instagram, a apresentadora disse que o artista não "passava de um covarde" e de um "machista". A youtuber ainda disse que foi julgada pelo humorista sem ela "ter feito nada com ele"

Antonia Fontenelle voltou a causar polêmica nas redes sociais nesta segunda-feira (10/01) após se pronunciar sobre a morte do humorista Ivanildo Gomes Nogueira, conhecido como Batoré, vítima de um câncer.

 


Em uma sequência de vídeos publicados nos stories do Instagram, a apresentadora disse que o artista não "passava de um covarde" e de um "machista". A youtuber ainda disse que foi julgada pelo humorista sem ela "ter feito nada com ele".

 

"Hoje morreu um cearense, que todos chamam de humorista, e que para mim ele não passava de um cara covarde, machista e que me apontou, me julgou, foi cruel, foi covarde comigo, sem nunca ter me visto na vida, sem nunca eu ter feito nada com ele, o tal do Batoré", iniciou.

 

"Agora um monte de gente: coitadinho, Batoré morreu! Coitadinho é o c******, não é porque ele morreu, que ele passou a ser santo e vai morar com Deus", acrescentou.

 

A briga entre Antonia e Batoré é antiga. Os dois já haviam brigado judicialmente em 2019, quando a influenciadora digital resolveu processá-lo por danos morais após ele chamá-la de "rapariga" em um vídeo publicado em seu canal no YouTube. Ela pediu R$ 110 mil de indenização, uma retratação pública e a exclusão do material da internet.

 

O ator havia ficado ofendido quando a influencer criticou o estado do Alagoas depois do ator Henri Castelli ser agredido em um bar, que resultou numa fratura exposta na mandíbula.

 


"Turistas do Brasil, cuidado quando vocês forem para Alagoas, cuidado mulheres com seus maridos, porque eles podem apanhar covardemente, e cuidado homens com suas mulheres, porque elas também podem sofrer alguma violência", disse Fontenelle na época.

 

Nas redes sociais, ela comentou sobre o processo que agora será arquivado devido à morte do comediante que ganhou destaque nacional quando passou a integrar o elenco do programa A Praça é nossa , do SBT, nos anos 90.

 

"Eu estava processando ele, mas agora ele que preste conta com quem ele tem que prestar. Eu não tenho que perdoar nada, não sou Deus, quem tem que perdoar pelos feitos dele é Deus. Aqui eu estava discutindo no âmbito da Justiça, morreu, morreu. Agora dizer que era um cara exemplar, melhor comediante do mundo, que tá lá nos braços de Deus. Isso seria hipocrisia da minha parte, né? A verdade é para ser dita. Essa é minha verdade ninguém precisa aceitar", finalizou. (CORREIO BRAZILIENSE)



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