O aumento pode ser explicado pelo encarecimento repassado para as indústrias e importadoras.
Com o avanço da vacinação contra a
Covid-19, as aulas presenciais já são uma realidade e vão ocorrer na maioria
das instituições. Nas próximas semanas será iniciado o ano letivo das escolas
públicas e privadas de todo o Brasil. Nesse ano, além dos alunos em sala de
aula, um item que vai continuar presente na lista de chamada é o aumento de
preço dos materiais escolares, que deve chegar até 30%, de acordo com previsão
da Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares
(ABFIAE).
O esforço que tem sido feito tanto
para o Gabriel, como para os outros filhos, é para garantir um futuro melhor
para as crianças. “Pela educação de qualidade, a gente acaba fazendo esse
esforço. Então, assim, abrimos mão de outras coisas para poder estar
proporcionando isso para o nosso filho. Essa contribuição da minha irmã e de
outras pessoas me ajudou muito para a matrícula do Gabriel”, explica.
Pai do Ramon, um menino de 17 anos e
estudante do terceiro ano do ensino médio, o militar Fernandes Antônio Pereira fez uma
economia repassando livros que o filho usou no ano passado para outro pai. Os
materiais que também não foram usados durante as aulas on-line serão
reaproveitados nesse ano. “Teve essa economia também. Em casa, no computador,
ele economizou mais o material. Então isso vai ser utilizado novamente”, conta
Fernandes, acrescentando que a adoção de conteúdo eletrônico para auxiliar nas
aulas, algo que ganhou força na pandemia, também será uma boa opção para não
apertar o orçamento.
Auxílio de bolsa de estudo aliviou as contas
As incertezas da pandemia, como atualmente
a variante Ômicron que tem aumentado os casos de Covid-19 e exigindo novamente
ainda mais atenção, fez Janete se preocupar em colocar o filho em uma escola
particular. A matrícula na pública já era um planejamento, mas o medo de uma
nova parada nas aulas influenciou ainda mais a decisão.
“Sinceramente, é um sentimento muito
confuso diante de tanta dificuldade priorizar a escola. Acredito que só sendo
mãe o pai para entender. Em relação à rede pública, eu não tenho nada a falar e
eu sou muito grata. Mas, o que acontece, é que nesse período de pandemia por
conta dessa instabilidade se vai ter ou não aula presencial na pública, como
iria ser a dinâmica de cuidados em sala eu me senti mais segura optando por uma
escola particular”, conta.
A ajuda para seguir com o objetivo
foi através do programa de incentivo estudantil Educa Mais Brasil. Mais conhecido entre os programas de inclusão
educacional, o Educa tem parceria com instituições de ensino de todo o país e
oferta bolsas de estudo de até 70% em cursos que vão desde a educação básica ao ensino superior. Com a bolsa, Janete vai conseguir
economizar 50% no valor das mensalidades. “Um verdadeiro milagre aqui na nossa
vida é essa oportunidade do Educa Mais Brasil. Eu já tinha desistido por conta
de outras dificuldades, mas o Educa foi válvula de escape que me motivou a
ficar na escola”, diz ela aliviada.
Fernandes também fez uso de uma bolsa
de estudo do Educa para o filho Ramon. A escolha por pagar pela educação do
filho se dá por acreditar que tudo que se conquista tem um dedo no
conhecimento. A escolha pela escola particular hoje, para ele, é um projeto de
investimento para a faculdade do filho. “Tudo que a gente tem hoje, nós temos de
agradecer aos estudos. É através do estudo que se formou o que hoje o país é.
Se tem alguém que é empresário, está empregado, se tem alguém que tem uma
profissão, é um médico... tudo isso tem que passar pela educação”, reforça.
TAGS: Educação básica, Ensino Fundamental, Graduação, Pós-graduação, Bolsas de estudo,Educa Mais Brasil
Fonte: Agência Educa Mais Brasil.






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