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Homem de 54 anos é preso por estuprar duas adolescentes em Porto Velho

Vítimas confirmaram os estupros em depoimento na Delegacia Especializada na Proteção à Vítima e ao Adolescente (Depca). Mãe foi quem denunciou suspeito à polícia.

Um homem, de 54 anos, foi preso em Porto Velho nesta semana suspeito do estuprar duas adolescentes. Segundo a Polícia Civil, o suspeito faz parte do convívio familiar das vítimas. As duas meninas confirmaram os abusos à polícia, que solicitou a prisão preventiva do homem.



De acordo com delegada responsável pelo caso, Adrian Viero, o homem estava na residência dele, na zona rural da capital, quando foi localizado pelos agentes. Contra ele já havia um mandado de prisão autorizado pela Justiça.


A mãe das adolescentes, que não tiveram as idades reveladas, foi quem procurou a polícia para denunciar os estupros das filhas.


"As duas vítimas foram ouvidas e confirmaram os supostos abusos. Na sexta-feira foi feita a representação e decretada a prisão preventiva" dele, fala.

Segundo a polícia, os estupros aconteceram no dia 12 deste mês.


Duas prisões no mesmo dia

Na última sexta-feira (24), um outro homem, de 57 anos, também foi preso por estupro de vulnerável, em Colniza (MT). O homem estava em uma residência na zona rural. Com ele, estava uma adolescente de 12 anos, que havia sido sequestrada pelo homem há um mês, em Rondônia. O homem estava como foragido da Justiça por estupro.


O pai da menina denunciou o sumiço da filha no dia 25 de agosto e desde então a polícia tentava descobrir seu paradeiro.


De acordo com a delegada responsável pelo caso, Adrian Viero, o suspeito de sequestrar a menina era conhecido da família.


Segundo a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) de Porto Velho, a ação para localizar a menor teve o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso.


A delegada esclarece que a prisão do infrator não deve ser tratada e vista apenas como uma punição, mas de uma medida cautelar para evitar que esse infrator pratique novamente o ato.


"A atuação da polícia tem que ser vista também como prevenção geral. Precisamos deixar claro que esses crimes não serão tolerados pela sociedade e que, haverá sim, a investigação, pois não compactuamos, de forma alguma, com esse crime tão atroz", afirma.


Um diálogo aberto, segundo a delegada, é uma das estratégia para diminuir o assédio contra crianças e adolescentes.(G1RO)



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